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Entre Rio e Goiânia: se eu não tiver amor...

Sempre fico com grandes expectativas ao ministrar o curso de Juniores para professores de EBD. E é sempre uma incognita como será, pois em cada lugar encontro necessidades e situações distintas. A dinâmica nasce da interação entre o grupo e eu. Mesmo tendo, basicamente, uma linha padrão de assunto que procuro seguir não há aula que seja igual a outra. Pois bem, durante o voo Rio-Goiânia, enquanto pensava nas aulas que daria, veio-me o texto de 1 Corintios à mente. Peguei o netbook e abri o texto bíblico para reler com calma. Transcrevo-o: 1   Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. 2   Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. 3   E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, ...

Você sabe o que seus (meus) filhos/ alunos estão vendo na TV?

Fiquei alarmada ao pesquisar e me deparar com a triste realidade a que nossas crianças e pré-adolescentes são expostas todos os dias, de todas as classes sociais, de todo tipo de estrutura familiar,   em qualquer parte do Brasil. Veja comigo: 1.        Um televisor fica em média 7,2 horas ligado diariamente em uma residência qualquer em nosso país. 2.        Ao completar 17 anos, um adolescente já terá visto 18.000 cenas de assassinatos na TV. 3.        Os desenhos mostram em média 41 cenas de violência por hora. 4.        Anualmente 65.000 referências sexuais explícitas, implícitas ou sugeridas são expostas à tarde e à noite nos programas e propagandas da TV. 5.        As cenas de sexo entre pessoas não casadas mostradas em novelas são de   94%. * (* Série Teen. Vida Nova Educacional) Você já pensou nisso? Pois é, eu   ten...

Como anda o seu sorriso?

Encontrei esse texto na Net e resolvi compartilhar: Um professor de teatro da High School dizia que, se nós aparentássemos estar nos divertindo no palco, a plateia se divertiria também. O mesmo funciona para ensinar. Infelizmente existem professores que nunca abrem um sorriso enquanto ensinam. Infelizmente para eles e para os alunos. Um sorriso diz aos alunos que você gosta de ensinar. Se você está feliz com o que você está falando e ensinando, os alunos vão prestar mais atenção. E o sentimento é contagioso. Um sorriso também diz aos alunos que você está feliz de estar ali - com elas! Isto também fará maravilhas para a frequência e atenção. Sorrir também tende a fazer o seu ensino mais animado. Certamente, há alguns momentos durante o ensino em que você quer uma expressão séria ou demonstrar, dramatizar, raiva, tristeza, ou outro sentimento. Mas no geral, enquanto você ensina, você não pode perder o sorriso. "A alegria do Senhor é a nossa força". Divirta-se e so...

Chegando da Bahia...

Nesse final de semana estive em Salvador realizando um treinamento na Igreja Presbiteriana da Bahia. Foi um fim de semana abençoado e de muito trabalho. O treinamento “Aprendendo para ensinar” reuniu aproximadamente 220 participantes e uma equipe enorme de organizadores e palestrantes. Professores de EBD de toda parte da Bahia interessados em aprimorar o seu conhecimento e melhorar a sua prática pedagógica para que a Palavra de Deus seja ensinada de forma criativa e em linguagem adequada.     A oficina de “Como trabalhar com o pré-adolescente?” reuniu quase 60 professores, divididos em dois turnos. E as duas turmas foram altamente participativas e aproveitaram cada parte do treinamento com muito interesse. Turma da manhã No Domingo, tive a alegria de estar com uma turma de 15 pré-adolescentes que, atentamente, ouviram a lição e realizaram um trabalho em grupo de dar inveja a muito adulto!  Que Deus continue a inspirar e despertar os professores e coor...

Um “Up” no visual 2

Conversando sobre o blog com minha cunhada, que também é pedagoga e professora de EBD, falávamos sobre o desafio de dar aulas nos lugares mais inusitados. Eu já precisei dar aula em uma sala que era um escritório da parte administrativa da igreja. Portanto, não tinha mural, armário e nem um quadro. Em compensação, tinha que me virar para que meus alunos não se deixassem levar pelos objetos que ficavam expostos durante a aula: computador (que não era para nosso uso), sofá, almofadas, etc. Mas como é na “crise” que a criatividade aflora, hoje posso compartilhar algumas soluções que encontrei: Varal Faça um varal de barbante num lugar bem visível de sua sala. O varal servirá para expor as gravuras da lição, exibir os trabalhos, substituir ou acrescentar informações do mural. Aproveite alguns pregos que já estejam na parede ou um basculante. Depois da aula, se for necessário, recolha o varal e os trabalhos. Quadro branco Muito usado e pouco explorado, pode ser utilizado par...